Vale a pena, a este propósito, ver o artigo de Mário Carneiro retirado do ProfBlo g e que pode ser lido aqui ao lado em Clep Na Net
domingo, 22 de Novembro de 2009
Educação
Vale a pena, a este propósito, ver o artigo de Mário Carneiro retirado do ProfBlo g e que pode ser lido aqui ao lado em Clep Na Net
domingo, 25 de Outubro de 2009
Um Estúdio cheiinho que nem um ovo. Para ouvir aqui ao lado...
Programa da Rádio Universidade de Coimbra
Clep para os amigos
O Francisco chegou mais cedo e aproveitou a presença do Zé Braga para lançar os primeiros "bitaites". O rapaz, que ali se encontrava para fazer o seu programa com uma antecedência só comparável à daqueles que vão para as filas comprar os bilhetes para os U2 para daqui a um ano, aproveitou para lançar algumas bocas com aquela suavidade dos adeptos do FCP (fê-quê-pê).
Logo a seguir o Serafim instalou-se preparado para não desapontar o seu vasto auditório feminino, masculino e neutro.
Logo a seguir o João Pedro chegou e aproveitou o facto de não ter de conduzir a emissão, par descontraidamente tratar dos energúmenos que enxameiam esta sociedade.
Mais à frente o Pinheiro, contratado para ter um discurso mais próximo do regime chegou. Tentou como habitualmente fazer o elogio das medidas sociais democratas e liberais do PS e do PSD e explanar as virtudes dos rankings de toda a maneira e feitio, mas o Francisco absorvido pela análise dos jornais não lhe deu o som que ele merecia.
segunda-feira, 8 de Junho de 2009
SÓ ELES DOIS: O Condão do Rotativismo
Assiste-se neste momento a uma tentativa de interpretar os resultados eleito

rais para o Parlamento Europeu em Portugal de acordo com os interesses daqueles que influenciam as decisões editoriais dos grandes órgãos de informação portugueses especialmente da televisão e da rádio.
Anda agora na TSF José Pedro Aguiar Branco do PSD dizia que estes resultados são uma penalização ao facto do candidato Vital Moreira ter introduzido na campanha o tema da ligação do BPN a figuras do PSD. Ora isso não justifica a derrota estrondosa do PS. Justifica sim o facto do PSD, estar já a traçar o seu regresso ao poder aproveitando todo o tr
a
balho de Sócrates no sentido do desmantelar do estado social e no vergar das condições dos trabalhadores para níveis nunca vistos no estado democrático do pós 25 de Abril.
O facto de se insistir na discussão a dois PS e PSD tentando esconder outra realidade política claramente emergente, revela subserviência aos grandes interesses instalados no país e na Europa, talvez o pânico de não sobreviver sem os apoios publicitários das grandes empresas controladas por barões destes dois partidos.
Revela, além do mais vistas curtas e significará para aqueles que insistirem neste caminho do destaque sempre às mesmas figuras a descredibilização perante a opinião pública, à semelhança do que se passa actualmente com Sócrates e os seus ministros.
João Pedro Gonçalves

Fico por momentos orgulhoso do país que me viu nascer. Aqui tal como na Suécia um ataque cardíaco é enfrentado desde o início com o mesmo empenho, pelos mesmos profissionais quer a pessoa tenha seguro, seja branca, preta, amarela, careca ou cabeluda. Entretanto fico por momentos na dúvida. Será que na ânsia de tudo imitar e na reverência que caracteriza muitos dos nossos responsáveis políticos em relação à grande superpotência lhes passou pela cabeça acabar com este bem-estar português. Será que alguém com tino na cabeça pensou substituir esta responsabilidade do Estado pelos interesses de seguradoras privadas?
Voltando ao filme John Q., resolvi dar uma espreitadela pelos comentários a ele feitos, existentes da net. Lauro Dermios com “trela” mais dourada ou do tipo “pichebeque” de imitação não faltam. Não faltam os conhecimentos sobre os filmes realizados, os actores e os papeis desempenhados, os prémios atribuídos. Até a paternidade do realizador Nick Cassavetes é referida. Não sei por que não se prossegue no caminho e se apresenta o pai e a mãe de Denzel Washigton e, já agora, porque não, de todo o elenco.
Apetece-me alfinetar todos eles. Isso mesmo! Todos no mesmo Saco! Cá vai o alfinete.
Interessantes são todos os vossos comentários apresentados. Certamente são os possíveis por parte de pessoas que se consideram especialistas em cinema, como se pudesse ser isso, como se é, por exemplo, especialista em petróleos ou em lagares de Azeite. Nada foi opinado sobre a mensagem do filme e a sua oportunidade. Numa altura em que o mundo ocidental alegremente se vai suicidando e enterrando os valores sociais e as obrigações do estado, este filme deveria constituir uma pedrada no charco vista, pelo menos, por todos aqueles que não dependem do aluguer da caneta para pagarem o big mac do McDonald's.
Receita: Usar a própria cabeça e não a dos famosos da arte e passar pelo oftalmologista.
domingo, 12 de Abril de 2009
segunda-feira, 6 de Abril de 2009
sábado, 10 de Janeiro de 2009

Serafim Duarte, Grande Timoneiro da Clep na emissão deste fim de semana.
domingo, 13 de Abril de 2008
A perspectiva do Professor

VITÓRIA DE PIRRO ?! ...
Serafim Duarte
Por mais esforço de compreensão que faça não consigo descortinar qual a vitória alcançada. Quando muito nesta guerra ganhou-se uma batalha, impondo um ligeiro recuo ao ME. Na prática, o ganho, resume-se à aceitação por parte do ME de uma inevitabilidade que decorria das condições no terreno e que consiste em aceitar que a avaliação dos contratados se processe pelos mínimos e de forma simplificada, como aliás, uma boa parte das escolas, se não a maioria, já tinha decidido fazer.
A única vitória que descortino e que nem sequer representa grande recuo do ME, pois que não põe em causa nem belisca o modelo de avaliação, é o facto de se uniformizar os procedimentos de avaliação à escala nacional. Diga-se em abono da verdade que já várias escolas pavlovianas e acríticas avaliaram os contratados de acordo com o novo modelo, com aulas assistidas e tudo. O Professor é o lobo do professor. Infelizmente, há sempre alguns prontos a aplicar tudo o que lhes vem de cima com enorme prontidão e solicitude. Uns por que aspiram a ser os novos directores, outros por que se devem ter em muito boa conta de Excelentes (executores das políticas do ME) outros ainda, sabe-se lá porquê... seguidismo, falta de integridade intelectual, ambição pessoal, ou pura e simplesmente acordo com as políticas do Governo.
Parece-me de facto uma vitória de Pirro. À semelhança do general grego que depois de derrotar os romanos na batalha de Ásculo, à custa de numerosas baixas, dizia: "mais uma vitória como esta e estarei perdido".
O que é que afinal se ganhou?
Diz a ministra e com alguma razão que não recuou. Com efeito, jogou bem, deixou cair uma questão menor, para salvaguardar o essencial. Como se afirma no site do Ministério: " A avaliação dos professores far-se-á sem interrupções, nem suspensões, nem adiamentos, e para todos os docentes."
Esta é que é a questão fundamental. O modelo de avaliação continua incólume e é para avançar.
É certo que representa um avanço a participação dos sindicatos numa comissão paritária com a administração educativa, mas não há garantia nenhuma de que o ME recue naquilo que constitui para nós uma questão essencial: a excessiva burocratização do processo, o esmagamento dos professores com dezenas de itens de avaliação e descritores surreais, a farsa das aulas assistidas, planificações, planos e mais planos, papéis e mais papéis, que nos desviam e roubam o precioso tempo para aquilo que é crucial: o trabalho concreto em sala de aula com os nossos alunos, desenvolvendo os nossos projectos.
Em 2008 - 2009 é tudo para aplicar como está e só em Junho e Julho de 2009 é que haverá lugar a uma eventual negociação, "com vista à introdução de eventuais modificações ou alterações, que tomará em consideração a avaliação do modelo, os elementos obtidos até então no processo de acompanhamento, avaliação e monitorização de primeiro ciclo de aplicação, bem como as propostas sindicais."
Para além de se manter intacta toda a concepção avaliativacom a sua estrutura, mecanismos e instrumentos, na sua globalidade inaceitáveis, o cerne da nossa luta que é o Estatuto da Carreira Docente, fonte primordial de todos os males, pode ficar bastante prejudicada.
Muito sinceramente temo que os/as professores/as, perante esta conversa anestesiante da "vitória" desarmem ou desanimem perante tão fracos resultados e se conformem, resignando-se e abdicando da luta.
Era preciso que a Plataforma sindical, em vez de cantar vitória, sublinhasse de forma bastante clara que houve um recuo, sim, mas que muito limitado. Seria necessário afirmar que as razões da luta se mantêm e não passar a mensagem que vão aproveitar o dia D para explicar aos professores as razões do entendimento com o ME.
Sinceramente vitórias destas, correm o risco de nos fazer perder o grosso do exército e quando for necessário mobilizar as tropas, metade ou mais já terá desertado, por mera desilusão, por conformismo, por desistência, ...
É certo que numa negociação sindical se deve ter a inteligência e a flexibilidade de por vezes ter de ceder e deixar cair algumas reivindicações menores. Não se pode ir para uma negociação com uma perspectiva maximalista do tipo ou tudo ou nada. Porém, a tentação de fazer proclamações tonitruantes de vitória, ainda por cima quando ela não é clara e perceptível por todos/as é um enorme perigo a que os sindicatos não resistiram e deviam tê-lo feito. Mais importante do que cantar vitórias era reforçar a disposição para a luta aproveitando a mobilização.
Importante, de facto, era que nos mantivéssemos unidos emperrando por todos os meios ao nosso alcance esta avaliação iníqua e injusta que mais não é do que um instrumento, articulado com o ECD, para dificultar a progressão na carreira, permitindo ao Estado poupar largos milhões de euros.
Aguardo com expectativa o que é que os sindicatos vão dizer aos professores no dia D e quais as expectativas de luta que vão ser apontadas (?).
Espero que não tenham vendido a luta dos professores/as por pouco mais do que um prato de lentilhas.
Tanto mais que as razões do nosso descontentamento, não se resumem à problemática da avaliação. A clamorosa injustiça da divisão da carreira e a impossibilidade de progressão na mesma até ao topo; o novo modelo de gestão que mais não é do que uma autêntica auto-estrada aberta à autocracia e a um modelo de escola pública profundamente hierarquizada e perfeitamente manietada que anulará de vez o único espaço de liberdade que, apesar de tudo, ainda subsiste e resiste ao controlo absoluto dos poderes centrais / locais; a ameaça de municipalização total do ensino básico, o que implicará, a prazo, o recrutamento de pessoal docente, inaugurando mais uma época áurea de regabofe clubístico-partidário. Tudo em nome de uma maior autonomia, meramente nominal, e de uma descentralização das políticas educativas, que apenas criará novas centralidades, porventura bem mais cerceadoras e controleiras, por parte dos presidentes dos municípios. Os mesmos presidentes que já se desdobram de forma omnipotente e omnipresente em múltiplas e tentaculares actividades locais que vão desde o clube de futebol local, passando pelas associações, agremiações e corporações várias, Bombeiros, Rotários e outras sinecuras afins, passarão também a controlar a escola transformando-a em mais uma agência de emprego para os amigos e protegidos. As Educação, juntamente com a Saúde são praticamente os únicos sectores que ainda resistem à voragem privatizadora. Se não nos soubermos opor, não será por muito tempo.
As razões do nosso descontentamento e consequentemente da nossa luta por uma Escola pública para todos de qualidade mantêm-se, pois, no essencial, exigindo de todos nós: professores, pais, alunos e cidadãos em geral um maior empenhamento e participação.
Serafim Duarte
quinta-feira, 10 de Abril de 2008

domingo, 30 de Março de 2008
O Carteiro
http://clepnanet.blogspot.com/
http://clepnanet.blogspot.com/
sexta-feira, 21 de Março de 2008
Chamo a atenção para este site que ainda há pouco passava aqui ao lado nas
“Notícias em Ondas Curtas”
Portugal's social fabric is threatened in the countryside
É só clicar em
http://europe.courrierinternational.com/eurotopics/article.asp?langue=uk&publication=20/03/2008&cat=POLITICS&pi=1#1
Quem se lembra de “O Jornal”? José Carlos de Vasconcelos, Fernando Assis Pacheco…
Voltei a encontrar “O Jornal” em Providence, nos States e bilingue. Justifica-se, Claro.
http://www.zwire.com/site/news.cfm?brd=2677
!!!!....Notícias em Ondas Curtas ---> aqui ao lado.........!
'John Q'.: A Crítica e os Críticos/Filmes Clep

Fico por momentos orgulhoso do país que me viu nascer. Aqui tal como na Suécia um ataque cardíaco é enfrentado desde o início com o mesmo empenho, pelos mesmos profissionais quer a pessoa tenha seguro, seja branca, preta, amarela, careca ou cabeluda. Entretanto fico por momentos na dúvida. Será que na ânsia de tudo imitar e na reverência que caracteriza muitos dos nossos responsáveis políticos em relação à grande superpotência lhes passou pela cabeça acabar com este bem-estar português. Será que alguém com tino na cabeça pensou substituir esta responsabilidade do Estado pelos interesses de seguradoras privadas?
Voltando ao filme John Q., resolvi dar uma espreitadela pelos comentários a ele feitos, existentes da net. Lauro Dermios com “trela” mais dourada ou do tipo “pichebeque” de imitação não faltam. Não faltam os conhecimentos sobre os filmes realizados, os actores e os papeis desempenhados, os prémios atribuídos. Até a paternidade do realizador Nick Cassavetes é referida. Não sei por que não se prossegue no caminho e se apresenta o pai e a mãe de Denzel Washigton e, já agora, porque não, de todo o elenco.
Apetece-me alfinetar todos eles. Isso mesmo! Todos no mesmo Saco! Cá vai o alfinete.
Interessantes são todos os vossos comentários apresentados. Certamente são os possíveis por parte de pessoas que se consideram especialistas em cinema, como se pudesse ser isso, como se é, por exemplo, especialista em petróleos ou em lagares de Azeite. Nada foi opinado sobre a mensagem do filme e a sua oportunidade. Numa altura em que o mundo ocidental alegremente se vai suicidando e enterrando os valores sociais e as obrigações do estado, este filme deveria constituir uma pedrada no charco vista, pelo menos, por todos aqueles que não dependem do aluguer da caneta para pagarem o big mac do McDonald's.
Receita: Usar a própria cabeça e não a dos famosos da arte e passar pelo oftalmologista.
Chegou o Carteiro

Logo depois de ter lido aqueles documentos sobre a avaliação dos professores, pensei como lhe deveria agradecer, Srª Ministra. Afinal, aquelas horas passadas diariamente junto do meu filho a verificar se os cadernos e as fichas estavam bem organizados, a preparar a mochila e as matérias a estudar para o dia seguinte, a folhear a caderneta escolar, a analisar e a assinar os trabalhos e os testes realizados nas muitas disciplinas, a curar a inflamação de uma garganta dorida pela voz de comando “Vai estudar!” ou pela frase insistentemente repetida, de 2ª a 6ª feira:”DESPACHA-TE! AINDA CHEGAS ATRASADO!” ou o incómodo e o tempo perdido para o levar diariamente à Escola, percorrendo, mais cedo do que seria necessário, um caminho contrário àquele que me conduziria ao meu emprego, tinham finalmente, os seus dias contados. Doravante, essa responsabilidade passaria para a Escola e, individualmente, para cada um dos seus professores. Finalmente, poderei ir ao cinema, dar dois dedos de conversa no Café do Sr. Artur, trocar umas receitinhas com a minha vizinha (está entrevadinha, coitadinha!) ou acomodar-me deliciosamente no sofá da sala a ver a minha telenovela brasileira preferida.
O rapaz ainda me alertou para os efeitos das faltas o conduzirem à realização de uma prova de recuperação. Fiz contas e encolhi os ombros - poupo gasóleo e muitos minutos de caminho, de tráfego e de ajuntamentos. Afinal, ele até é esperto e, se calhar, na internet, encontra alguns trabalhos ou testes já feitos… Sempre pode fazer “copy – paste”… Efectivamente, as provas de recuperação parecem-me a melhor solução para acabar com a minha asfixia matinal e vespertina. Ontem, a minha vizinha da frente, que tem dois ganapos na escola do meu, disse-me que, se ele continuar a faltar, o vêm buscar a casa, e que, no próximo ano lectivo, os professores vão tomar conta deles depois das aulas.
Oiro sobre azul. Obrigada, Srª Ministra. A Senhora é que percebe desta coisa de ser mãe! A Senhora desculpe a minha ousadia, mas será que também não seria possível fazer uma lei para os miúdos poderem ficar a dormir na escola? Bastava mandar retirar as mesas e cadeiras das salas de aula e substituí-las por beliches, à noite. De manhã, era só desmontar e voltar a arrumar. Têm bar, cantina e até duche. Com jeito, eles ainda aprendiam alguma coisinha sobre tarefas domésticas, porque, em casa, não os podemos obrigar a fazer nada ou somos acusados de exploradores do trabalho infantil com a ameaça dos putos ainda poderem apresentar queixa junto das autoridades policiais.
Ao Sábado, Srª Ministra, podiam ocupá-los com actividades desportivas ou de grupo, teatro, catequese, escuteiros, defesa pessoal…
O ideal mesmo era que os pudéssemos ir buscar ao Domingo, só para não se esquecerem dos rostos familiares.
O meu medo, Srª Ministra é aquela ideia que a minha vizinha Sandrinha, aquela dos três ganapos, comentava hoje comigo. Dizia-me que a Senhora Ministra quer criar o ensino doméstico. Eu acho que ela deve ter ouvido mal ou então confundiu o jornal da SIC com aquele programa da troca de casais do canal 24. Eu acho que isso não vinga em Portugal, porque não temos a extensão de uma América do Norte ou de uma Austrália e, por outro lado, tinha que comprar e equipar os VEI (veículos de educação itinerante), o que iria agravar mais o deficit das contas públicas e o insucesso dos nossos miúdos. Foi isso eu disse à Sandrinha. Acho que ela deve estar enganada. Logo agora, que podemos respirar de alívio porque não temos que nos preocupar com a escola dos garotos, essa ideia vinha destruir tudo, porque os obrigava a ficar em casa para receberem os VEI e aos pais ainda iria ser exigido algum acompanhamento.
A Senhora faça é aquilo que decidiu e não oiça o que os inimigos dos pais e das mães lhe tentam dizer (já agora, lembre-se da minha sugestãozita!). Assim, os professores, com medo da sua própria avaliação, passam a dar boas notas e a passar todos os miúdos e, desta forma, o nosso país varre o lixo para debaixo do tapete, porque é muito feio e incomodativo mostrarmos, lá fora, que somos menos capacitados que os nossos “hermanos” europeus.
Uma mãe e encarregada de educação agradecida
domingo, 11 de Novembro de 2007
é, porventura, pouco para qualificar a existência de um programa de rádio como é o “Escrita da Terra” do Paulo Saraiva.
Num tempo em que as ondas são preenchidas com enlatados quase todos iguais, em que praticamente deixou de haver aquilo que há anos se chamava programas, é bom encontrar esta âncora da sobriedade e do bom gosto.
A não perder!
Na RUC, claro...
quarta-feira, 7 de Novembro de 2007
Esta semana a não perder na Clep
Esta semana as conversas de café estendem-se à deficiência.
Para conversar sobre os múltiplos aspectos desta temática junta-se à mesa da rádio Manuel Miranda, autor da página “Tiagolas”.
Vale a pena dar uma espreitadela em http://tiagolas.no.sapo.pt/
Se não for antes…
Até sexta às 9 e picos da noite nos 107.9 (FM)
Ou em http://www.ruc.pt/
quinta-feira, 20 de Julho de 2006
E a vida continua... Um programa que não é do Padre Rego
Como diz o Serafim lá na Clep, isto não passa da mania de misturar tudo, baralhar tudo e não discutir nada. Mas isso é o que ele diz. A baralhação só acontece com aqueles que (para rimar) não estão ou não querem estar com atenção e "Ligar" o seu sistema de compreensão. É que, como ele muito bem sabe, isto anda tudo ligado. Tá, deve-se arrumar bem a matéria. Cuidado! Fatos e vestidos no roupeiro, Xixi na Casa de banho… Mas (caramba!), se a conversa é de café, mesmo que à mesa da rádio, espera-se que não seja um compêndio de Lógica todo arrumadinho. Antes disso, é a fonte de onde brotam as ideias, as novidades que, mais tarde, serão arrumadinhas pelos diversos tipos de bibliotecários do saber.
É isto, sem modéstias, a Clep. Sem medo do disparate e, se calhar, por isso mesmo, preparada para aquilo que, trivialmente, aqui acontece todas as semanas: abrir portas à compreensão do Mundo em que vivemos. Na Rádio Universidade de Coimbra, a partir de Coimbra, para todo o Mundo
(www.ruc.pt) Os que estão ou circulam na Zona Centro de Portugal têm a possibilidade de acompanhar a conversa num qualquer aparelho de rádio com banda de FM que chegue aos 107.9 Mhz.
E o que é que tudo isto tem a ver com o Rego?
Há um ano abri o blog e nunca mais lhe liguei patavina. Entretanto, semana após semana a Clep continuou, A vida continuou, e se calhar até o famoso programa do Senhor Prior continuou na Emissora Católica. (A homenagem aqui fica por parte deste servo ouvinte de tudo o que é programa de rádio ─Já não há muitos nas emissoras nacionais!) De vez em quando, ou então de quando em vez, há que dar vida às coisas e foi esta a minha ideia. Não deixar morrer Este ClepNaNet. Pelo contrário, dar-lhe alma, animar (Do lat. anîma-, «sopro; ar; alma»).
Claro que tudo isto com arrumação, as coisas no lugar (não disse os coisos!), Com o necessário espaço para fazer um preâmbulo (o que é a vida sem os preliminares?) e, claro, colocar umas notas de rodapé.
Não é, Serafim Duarte?
segunda-feira, 10 de Janeiro de 2005
Conversas No Ar
Não se espere, no entanto, uma fidelidade canina destes dois pólos da discussão. Cada um, é como cada qual, e por direito inalienável segue, se quiser, o seu caminho.
E Assim se abre esta coisa…
João Pedro Gonçalves

